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    Brillarán como diamantes. Un programa de resiliencia budista en arte.
    (Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2017-06-16) Sánchez-Ruiz, Joaquín; López, Elizaberta; Durán, Jorge Alberto
    Esta investigación, desarrollada durante dos años en el marco del Proyecto remine, Programme for Research and Innovation Horizon 2020, demuestra que se puede aumentar la resiliencia a través del arte. Los estresores los seleccionamos del enfoque budista sobre la vida y la muerte, la urgencia de vivir plenamente y de reconfigurar nuestras prioridades diarias. Esto se ha vertido en un programa que ha combinado situaciones para confrontarse a ellas (vejez, enfermedad, muerte, impermanencia, etc.), utilizando el arte para vehicularlas. El concepto resiliente empleado se ha basado en las fortalezas y creatividad del individuo, y alienta un entorno colaborativo apropiado (ahondando en la autoestima, confianza, humor, concentración, habilidades relacionales, tolerancia, etc.). Hemos empleado el test iaar© como instrumento de medida, validado por la comunidad científica, con test/retest en grupo propio y de control, en dos cursos académicos de la Facultad de Bellas Artes de la Universidad de Granada.El resultado ha sido alentador y los participantes han mostrado a partir de sus experiencias su capacidad de comunicar sentimientos a través del arte, y se han enriquecido en la transversalidad que les proporcionan los temas tratados en la ética budista, que ha sido en todo momento respetuosa con sus propias creencias personales.
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    Imagem e Arte : a necessidade da Experiência pela Sensação.
    (Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2016-02-26) de Barros Kerr Junior (Goy), Donald Hugh; d’Avila Coelho, Alberto
    Muitos procedimentos utilizados em propostas pedagógicas especificam as artes visuais no cotidiano de escolas brasileiras. Questionamos aqueles que, despotencializados, continuam reafirmando um caráter meramente instrumental e utilitário do fazer artístico. Começamos a discussão tomando procedimentos que acabam confirmando que a imagem na escola, em grande parte, é tratada como ilustração e não como produtora de pensamento. Perguntamos: que alternativas podem ser levantadas no sentido de atualizar o uso da imagem da arte em sala de aula? Como fugir dos estereótipos e modelos? Fundamentamo-nos nos conceitos deexperiência e de arte como sensação. Com o conceito de heterotopia provocamos a percepção de que algo pode romper com a sintaxe e se apresentar pela sensação. Defendemos práticas que façam funcionar a arte como sensação e não através de uma linguagem que fixa e codifica o incodificável da experiência com arte. A sensação pode romper também com uma formação docente apegada a rótulos, modelos e modismo. Abrindo-nos ao não-clichê novas formas de pensar e sentir nos aproximam dos modos de criar próprios da arte. Ao darmos continuidade a estes modos em nossas vidas, repetimos na diferença rompendo com aqueles processos tão dirigidos e lineares que teimam em permanecer no nosso cotidiano.