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    El populismo de Fernando Vallejo.
    (Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2016-01-01) Ortegón Cufiño, Oswaldo
    Desde una visión interdisciplinaria, este trabajo busca reconocer actitudes populistas en la narrativa y el habla de Fernando Vallejo. Se observa cómo el autor y el gramático narrador de sus novelas y film (1994-2010, 2000) recurren de forma insistente y unívoca a la difusión de un pensamiento demoledor de la vieja institucionalidad, que funda la nación latinoamericana con estrategias comunicativas provocadoras, autoritarias, afectuosas y mesiánicas que, por lo general, tipifican el discurso populista. En la primera parte se discute el entronque ideológicopolítico de Vallejo con la tradición literaria latinoamericana. En la segunda parte se analiza la forma en la que discurren las estrategias comunicativas que se anotan. Algunas de sus novelas, ensayos y presentaciones públicas constituyen la materia de este trabajo. Al final, se destaca la genialidad del lenguaje vallejiano para articular una extraña forma de encantamiento social que carece de un estilo definido.
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    Jairo Ojeda o la poética hecha canción.
    (Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2017-06-16) Sossa Santos, Jorge Enrique
    Este escrito se propone valorar la obra de un juglar, de un creador de canciones infantiles, es importante por las múltiples dimensiones que el cantar a los niños y a las niñas encierra, tanto más en un país como la Colombia de hoy. Jairo Ojeda, sin duda, es un pionero, alguien que, con su guitarra y su imaginación, desbrozó caminos para atrapar mariposas, y, cual trashumante, recorrió el país para cantar con las comunidades negras e indígenas, para proponer acercamientos pedagógicos tocados de sentido y compromiso ético y estético. La palabra sensible vehicula sus búsquedas; una palabra que potencia las posibilidades de decir, desde ellas, cantarle al terruño, y contarle a los niños, en cada canción, el discurrir de la vida misma.
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    Em busca da questão da memória.
    (Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2018-06-28) Lopes, Maria Manuela
    Este artigo é uma exploração das questões levantadas no desenvolvimento de vários projetos artísticos durante a minha pesquisa Pós Doutoral, lidando com estudos sobre memória e matéria (conceitos, metáforas, funcionamento, aprimoramento). Problematizo pela produção artística partindo do entendimento de que o observador não é independente da realidade e que observação e experiência são construídas. Nessa premissa, exploro as possibilidades de que a memória e o conhecimento não refletem só um mundo exterior, mas um mundo interior e tento, pela obra, explorar várias possibilidades para criar empatia e afetar o público. Os projetos propõem uma reflexão sobre os aspectos éticos do aprimoramento humano e as tecnologias, como icc/bci, farmacologia ou tatuagens digitais, levantando questões em torno da memória e identidade e possíveis próximos passos na evolução do corpo humano, através da instalação artística. Exploro a possibilidade de traduzir as emoções diretamente para um objeto como uma lembrança de um certo momento e afirmo que quando as emoções e as memórias são ligadas diretamente à transformação do corpo e visíveis ao mundo exterior, quando a tecnologia nos permite enfatizar a perceção das emoções na pele, a fronteira desvanecesse e pode levar à reflexão e alteração de comportamentos coletivos.