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Ítem Vidas secas : a paisagem na literatura e na geografia.(Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2017-10-31) Ilgenfritz Toso, Cláudia Eliane; de Moraes, Maristela Maria; Copetti Callai, HelenaEste texto apresenta reflexão sobre geografia e literatura considerando como categoria de análise a paisagem e os conceitos de espaço, tempo e lugar como ferramentas intelectuais para aprendizagens que tenham sentido para os alunos que frequentam o Ensino Médio. Para tanto, apresentamos análise e interpretação de fragmentos da obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos, articulados aos conceitos de paisagem, espaço, tempo e lugar. O objetivo é verificar a possibilidade de um ensino que oportunize a realização de aprendizagens que tenham sentido partindo da premissa de que os alunos possuem diferentes concepções e entendimentos sobre os mais diversos temas, principalmente quando se refere ao lugar. Assim, apresentamos neste texto uma possibilidade de percurso metodológico interdisciplinar desenvolvido com alunos de Ensino Médio em que foram considerados elementos como observação, descrição, interpretação e compreensão. Orientam teoricamente este artigo autores como: Marques (1990, 2000), Santos (1998), Callai (1996) e Hermann (2002), dentre outros.Ítem Ensino : o lugar do diálogo, no diálogo do lugar.(Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2016-09-11) Andreis, Adriana Maria; Copetti Callai, HelenaNesta pesquisa analisamos a potência e o tratamento atribuídos aoconceito de lugar no ensino, embasando o argumento da espacialidadepelo viés geográfico, em um corpus de princípios científico-didáticos.Abordamos a relação entre lugar e os conteúdos escolares como elonecessários às aprendizagens em todas as áreas do conhecimento.Metodologicamente, articulamos referenciais bibliográficos com fragmentosde escritos extraídos de relatórios de atividades de estágio noEnsino Médio em Geografia, elaborados por alunos do curso de Licenciaturaem Geografia, do sul do Brasil. A investigação sustenta o lugarcomo elo potente à aprendizagem escolar e indica que, no tratamentoatribuído a lugar, há carência de conhecimento conceitual dessa noção ede reconhecimento da sua força dialógica na relação de ensino e aprendizagem.As constatações sugerem a necessidade de mais estudos doconceito de lugar, articulado a ideia de diálogo na mediação pedagógica,cujo compromisso cabe à Geografia.Ítem A geografia escolar – e os conteúdos da geografia.(Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2011-02-26) Copetti Callai, HelenaEste texto discute o ensino da geografia e a didática, abordando os conteúdos. Parte-se da discussão da geografia escolar, do que se entende por Educação Geográfica e qual o seu papel escola. Em seguida está colocado o desafio para que seja possível fazer uma educação geográfica na escola, abordando a construção dos currículos e a escolha/definição dos conteúdos curriculares escolares. Estas questões são analisadas a partir dos estudos que acontecem no contexto da pesquisa em Didática e Ensino da Geografia que tem buscado na investigação cientifica a caracterização de como está o ensino-aprendizagem dessa disciplina, e de como são tratados os conhecimentos curriculares da mesma na escola.Ítem O Taller como instrumento de cidadania.(Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2015-11-30) Moreira Brum, Cristian; Copetti Callai, Helena; Graciolli, DanielEsta é uma reflexão a respeito da experiência que consideramos exitosa no sentido de aprender a ser cidadão. Esta experiência é o Taller, prática da arquitetura que busca adaptar ou criar os espaços em função das necessidades dos indivíduos, estando sua existência vinculada as questões políticas e sociais do lugar, como proposta de desenvolvimento local, com objetivo e espaço geográfico próprio. Tanto o grupo coordenador do projeto, como os sujeitos do lugar envolvidos no decorrer do processo se modificam, se reconhecem como sujeitos que têm direitos e deveres, que tem voz e ação no contexto em que vivem. O Taller, antes de ser uma experiência interdisciplinar, significou um exercício de cidadania de profissionais, professores, alunos e a comunidade do bairro e representantes do Poder Público. Os resultados das reflexões para os recortes do bairro fazem parte agora de um acervo para possíveis propostas de intervenção urbana no local.Ítem Identidade e pertencimento em Escolas do Campo : vivências cotidianas na relação com o lugar.(Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2016-02-23) Copatti, Carina; Eliana Ziech, Márcia; Copetti Callai, HelenaAs vivências cotidianas são carregadas de significados e transformam-se constantemente a partir das relações espaço-temporais e interpessoais, e possibilitam a construção de diferentes percepções sobre o lugar. Neste texto temos como objetivo refletir sobre as vivências de estudantes de duas Escolas do Campo do interior do Rio Grande do Sul, a partir de relações de identidade e pertencimento com o lugar. Para tanto, foi realizada pesquisa bibliográfica inicial e desenvolvidas atividades empíricas, por meio da pesquisa-ação, utilizando como recursos para a coleta de dados a produção e utilização de fotografias e desenhos na construção do conceito de lugar, considerando as vivências e experiências dos alunos. Verifica-se que as Escolas do Campo carregam em si peculiaridades que as caracterizam e diferenciam das demais instituições de educação básica brasileiras, o que nos motiva a refletir sobre o processo de construção do conhecimento a partir da realidade do lugar onde vive o aluno e com o qual interage cotidianamente e produz significados. Para tanto, por meio de contribuições de autores como Santos (1988, 2000), Harvey (1989, 2005), Callai (1999, 2004) e Cavalcanti (2010), aliamos considerações teóricas sobre os principais temas em debate, com os resultados obtidos a partir da pesquisa em Escola do Campo. Consideramos que, quando propomos reflexões e criamos a possibilidade do aluno pensar sua realidade de maneira prática, visando a construção de suas próprias noções de paisagem e lugar, percebe-se que é possível obter melhores resultados na aprendizagem. Para tanto, é necessário levar em consideração os conhecimentos oriundos das vivências cotidianas, essenciais no sentido de construir um processo de ensino-aprendizagem capaz de estabelecer vínculos para uma aprendizagem significativa.
