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Ítem Ensino : o lugar do diálogo, no diálogo do lugar.(Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2016-09-11) Andreis, Adriana Maria; Copetti Callai, HelenaNesta pesquisa analisamos a potência e o tratamento atribuídos aoconceito de lugar no ensino, embasando o argumento da espacialidadepelo viés geográfico, em um corpus de princípios científico-didáticos.Abordamos a relação entre lugar e os conteúdos escolares como elonecessários às aprendizagens em todas as áreas do conhecimento.Metodologicamente, articulamos referenciais bibliográficos com fragmentosde escritos extraídos de relatórios de atividades de estágio noEnsino Médio em Geografia, elaborados por alunos do curso de Licenciaturaem Geografia, do sul do Brasil. A investigação sustenta o lugarcomo elo potente à aprendizagem escolar e indica que, no tratamentoatribuído a lugar, há carência de conhecimento conceitual dessa noção ede reconhecimento da sua força dialógica na relação de ensino e aprendizagem.As constatações sugerem a necessidade de mais estudos doconceito de lugar, articulado a ideia de diálogo na mediação pedagógica,cujo compromisso cabe à Geografia.Ítem Lugar e cotidiano num diálogo com as políticas públicas : o individual e o coletivo em educação.(Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2013-02-11) Andreis, Adriana MariaNa interlocução entre os significantes peculiares de cada sujeito, constituídos como lugar e cotidiano, abrigo uma reflexão que tensiona as diferenças singulares e as proposições generalizantes das políticas públicas. Estas, como projetos de Estado, carregam uma dimensão globalizante que é apresentada a um coletivo, o que, numa análise mais apressada, parece se contrapor à singularidade e originalidade de cada sujeito. Nesse sentido, neste artigo, apresento um ensaio teórico que tem a pretensão de pensar essa relação individualidade e coletividade tendo como pano de fundo da reflexão as políticas na educação. Uma argumentação que envolve os desafios e possibilidades subjetivas, mas que assume a linguagem como elemento central na constituição do sujeito, processo que acontece de forma intersubjetiva. Analiso, dessa forma, o espaço como pressuposto para pensar o individual e o coletivo, o papel fundamental das categorias geográficas cotidiano e lugar na vida do sujeito, que está sujeito às políticas públicas, e encaminho discutindo o processo das políticas que são elaborações que abrangem grupos, pois são públicas, no contexto de sujeitos que são singulares. Proponho que, organizar políticas públicas para sujeitos singulares, pode encontrar na educação escolar, um aliado. Isso, porque dependendo do modo como é encaminhado, o processo educativo pode contribuir para a constituição de um sujeito autônomo e emancipado, porque e desde que, auxilie construindo compreensões considerando relações escalares, que reconheçam o local e global e que oportunizem a ressignificação do mundo da vida.Ítem Rede dialógica : ensinar e aprender Geografia na América Latina.(Editorial Universidad Pedagógica Nacional, 2016-09-27) Andreis, Adriana Maria; Ilgenfritz Toso, Cláudia ElianePara pensarmos sobre os desafios de ensinar e aprender Geografia na América Latina, apresentamos uma a noção de rede, argumentada como possibilidade dialógica. Considerando que a reflexão acerca dos processos educativos pode ser enriquecida se o debate envolver um foco comum e uma discussão que acolhe a diversidade, neste artigo, comentamos sobre a Rede Latino Americana de investigadores em Didática da Geografia (Redladgeo) e resenhamos a publicação do livro Didáctica de la geografia: prácticas escolares y formación de professores. Metodologicamente esse ensaio teórico resulta das nossas vivências como professoras-pesquisadoras participantes do grupo, e com referenciais teóricos da Educação, Geografia, História, Ciências Sociais e Filosofia, entre outros. Organizamos o texto em partes nas quais analisamos a tessitura de uma rede, e argumentamos em favor do escrever como modo melhor para pensar, exemplificando por meio da publicação da obra do grupo. Essas proposições nos permitem afirmar a potência dialética-dialógica da rede como possibilidade pedagógica, no âmbito dos processos de ensinar e aprender Geografia.
